Dismorfia Corporal : Um transtorno distorce a imagem que você tem do próprio corpo. Poucos o conhecem e sabem que tem!

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Dismorfia Corporal : Um transtorno distorce a imagem que você tem do próprio corpo. Poucos o conhecem e sabem que tem!

dismorfismo corporal

 

“Peso 100 quilos. Tenho braços grossos. Meus ombros e meus quadris são largos demais. Sou muito alta.” Assim a jornalista Daiana Garbin, de 34 anos, descreve o próprio corpo. Daiana, , é lindíssima e tem medidas invejáveis para qualquer mulher: 65 quilos perfeitamente distribuídos em 1,70 de altura. (Fonte: Veja edição 2478-ano49-nº20: 18 de maio de 2016)

Dismorfia Corporal, também conhecida como Dismorfobia, Transtorno Dismórfico Corporal ou Síndrome da Distorção da Imagem, é muitas vezes confundido com a preocupação excessiva com a aparência, o que pode dificultar o diagnostico nos dias de hoje. Dismorfia é um termo usado para diferenciar aquilo que a pessoa acredita ser e o que realmente é, ou seja, a dismorfia corporal é um transtorno psicológico onde a pessoa acredita ter defeitos físicos que não possui ou então, possui em um nível mínimo, mas acredita ser acentuado. São pensamentos que chegam a ser delirantes, no qual o individuo tem rituais obsessivos como se olhar no espelho buscando defeitos.

Ocorre em ambos os sexos e começa geralmente no fim da adolescência e inicio da fase adulta.

Para o diagnóstico é importante observar alguns pontos principais como, por exemplo: a atenção excessiva com distorções que não existem ou existem em pequeno nível; a forma como a pessoa esconde sua parte “defeituosa”; e se a pessoa busca de forma acentuada tratamentos estéticos e após nunca se sentem satisfeitos. Em algumas pessoas ainda pode ser observado um prejuízo nos relacionamentos sociais e afetivos ou até mesmo no campo profissional e acadêmico.

A causa ainda é desconhecida, porém está relacionada com elementos sociais, culturais, mas também com desequilíbrios do sistema nervoso central.

Para o tratamento tem sido bastante utilizada à psicoterapia, principalmente a comportamental e cognitiva, porém é difícil que o paciente busque ajuda já que não aceita ser portador desse diagnostico. Além do tratamento psicoterápico, muitas vezes o medicamento também é necessário para ajudar o paciente a modificar comportamentos e pensamentos obsessivos, ajudando na recuperação da sua auto-estima e em seus relacionamentos.

2016-05-27T09:17:19+00:00 maio 27th, 2016|